segunda-feira, 8 de julho de 2013

Crie sensações com óleos essenciais

Antidepressivas, relaxantes, estimulantes, afrodisíacas… Essas são algumas funções dos óleos essenciais. Esta variedade de benefícios faz com que exista sempre um aroma para cada situação, seja ela física ou emocional. Só não vale se esquecer de procurar um profissional especializado no assunto antes de se aventurar, hein?

Aromas especiais são capazes de exercer uma ação positiva sobre o nosso cérebro, provocando prazer, calma e bem-estar. Isso acontece porque as substâncias benéficas são absorvidas diretamente das vias respiratórias para a circulação sanguínea e, uma vez dentro do nosso organismo, elas são metabolizadas de maneira similar a qualquer remédio. Interessante, não?

Há diversas maneiras de usar os óleos essenciais, tanto por difusores, sprays, vaporização quanto em banhos. Mas, atenção: eles só podem entrar em contato direto com a pele se diluídos em óleos vegetais. Como existem restrições e cada caso é um caso, deve-se sempre respeitar as indicações de um profissional.
A aromaterapia é milenar, uma forma de tratamento totalmente natural e de baixo custo. Tem se mostrado efetiva para problemas emocionais, de saúde e de beleza.

Nosso Corpo é o nosso "Templo"



Nosso corpo é nosso templo. E como todo templo, ele precisa de uma estrutura sólida, capaz de protegê-lo de qualquer adversidade, exterior ou interior. Por isso, estar bem fisicamente, mentalmente e espiritualmente é fundamental para que a estabilidade dessa estrutura seja mantida.
Através da Terapia Floral e das essências florais, garantimos a solidez de corpo e mente e conquistamos inúmeros benefícios como harmonia, saúde, consciência, vitalidade, equilíbrio emocional, serenidade, disposição e paz interior.

Indicações: A “Floral Terapia” ajuda a prevenir e harmonizar diversas disfunções, entre elas:


• Estresse• Insônia
• Menopausa
• Medo
• Agressividade
• Raiva
• Traumas
• Pânico
• Bloqueios
• Depressão
• Solidão
• Rejeição
• Obesidade
• Impaciência
• Ansiedade
• Ciúmes
• Inveja
• Desânimo
• Irritabilidade
• Durante e Pós Gravidez
• Distúrbios da 3ª Idade
• Distúrbios da Sexualidade
• Problemas Respiratórios
• Início da dentição
• TPM (Tensão pré-menstrual)
• Vícios em geral
• Falta de Concentração
• Entre muitos outros...


Um caso clínico

Quem de nós nunca sentiu as mãos trêmulas, as pernas bambas ou mesmo um disparo no coração, diante de uma sensação de m edo? Alguns mais, outros menos, mas muitas pessoas carregam com mais freqüência esta sensação que a qualquer momento pode ser acionada.

Medo, segundo o Aurélio, é aquele sentimento de grande inquietação ante a noção de um perigo real ou imaginário, de uma ameaça; susto, pavor, terror... Enfim, algo que nos bloqueia, causando uma sensação muito incômoda.

A infância é o momento em que dá para se observar bem essas características, naquelas crianças caladas, que não gostam de se destacar, assustam com qualquer coisa e demonstram medo na maioria das situações. A sensibilidade é tão forte que o ego se torna frágil para se expressar, é como se a pessoa quisesse passar despercebida. Mais tarde, na adolescência ou na vida adulta, o problema ainda se encontra lá, nos momentos de falar em público, tomar uma decisão, realizar um teste, enfrentar uma situação de perigo, ou melhor, para esse tipo de personalidade a coisa mais simples se parece como um monstro de sete cabeças.

Muitas pessoas se encontram dentro desta descrição, são aquelas que sabem definir com palavras e expressões o que, de forma concreta, as deixam tão amedrontadas: os animais, as ventanias, as chuvas fortes, trovões, relâmpagos, as águas, os rios, os lagos, as piscinas, o mato, as alturas, elevadores, injeções e hospitais. Muitos são obcecados por doenças e temem o próprio sofrimento; medo excessivo de ladrões, do fracasso pessoal, da repreensão alheia, da morte e do parto; para o medo patológico de doenças graves e contagiosas, para o medo do câncer, da Aids, da lepra, da paralisia, da dependência e da dor. Geralmente essas pessoas são muito inseguras, frágeis e sensíveis, e quando se
encontram com estas desarmonias refletem um temor imenso diante da vida.

Em forma de essência floral há uma delicada plantinha chamada de Mimosa, Sensitiva ou Vergonhosa que pode ser encontrada em certa época nos locais onde o homem geralmente apresenta as densas vibrações de medo, por exemplo, nas travessias de estradas de ferro, nas encostas muito acentuadas e nas curvas mais perigosas das rodovias.

A utilização desta essência floral ajuda a alma a recuperar a coragem e a confiança. Sensitiva é a essência básica para a timidez, o acanhamento, a gagueira e o nervosismo, dando proteção à fragilidade psíquica dos hipersensíveis aos sinais externos.
Um caso clínico com a essência floral Sensitiva:
J.M.F, seis anos, filha de pais separados, veio na consulta acompanhada pela mãe. Primeiramente a mãe começou a explicar que sua filha era muito acanhada, tímida e sempre saía agarrada a ela, aonde ela ia tinha que levar a filha. A criança apresentava sinais característicos de medo desde pequena. Quando era recém nascida chorava com muita freqüência e sempre pedia colo. Parecia ter medo de tudo, de pessoas desconhecidas, de ficar sozinha, de qualquer bichinho que se aproximava. Apresentava uma personalidade super sensível a qualquer sinal externo. Tinha dois irmãos mais velhos, os quais sempre brigavam com ela, abusando do seu jeito indefeso.
Ao ir para a escola o problema se agravou mais. J.M.F aos três anos não queria aceitar ficar na escola. Quando a mãe levava, não queria nem entrar na porta da escola. Dizia que tinha medo dos colegas baterem nela, e não queria ficar longe da mãe. Teve várias complicações de adaptação na escola, até que conseguiu aceitar a idéia por necessidade, pois a mãe não tinha com quem deixa-la, mas quase todo dia a professora falava sobre o choro. Entre os colegas era a mais bem comportada e não gostava de brincadeiras grosseiras e quando se desentendia com eles, não tinha defesa própria e voltava a chorar. Era uma das alunas que a professora tinha que mais dar atenção, e se não desse, seria aquela que ficava num cantinho, retraída.
Agora aos seis anos o problema do medo, da sensibilidade se agravou mais, a timidez continua cada vez mais acentuada. Tinha um medo terrível de chuva, não podia ver ameaçar a chover que já queria se proteger. Foi aí que sua mãe, ao ficar sabendo do tratamento com florais, resolveu procurar ajuda para ver se poderia equilibrar o comportamento da filha, pois estava dificultando muito o convívio na escola e dentro de casa. Durante a consulta J.M.F. só respondia as perguntas fazendo sinais com a cabeça, e não olhava nos olhos, a mãe que teve que relatar todo o caso.
Foi indicado dois frascos de florais com as essências: Sensitiva, Girassol, Violeta, Maracujá e Madressilva. Pedi que voltasse ao retorno da consulta após terminar o uso, para avaliarmos os resultados e dar continuidade ao tratamento.
Depois de um mês fazendo uso dos florais J.M.F. vem ao retorno. A mãe estava com uma aparência de contente e foi logo dizendo que a filha apresentou sinais de melhora em poucos dias de uso dos florais. Já não chorava mais, estava se relacionando bem melhor na escola, não se lembrava mais de se preocupar com a chuva. A melhora tinha sido bem visível, que até a professora comentou com outros pais de alunos sobre o tratamento floral. Durante a consulta de retorno J.M.F. já começou a conversar, contou casos sobre a escola, e se mostrava bem mais desinibida. A mãe da criança ficou surpresa com os resultados que surgiram em tão pouco tempo. Sugeri que J.M.F. continuasse fazendo uso dos florais por mais um mês somente para reforçar as melhoras, pois o equilíbrio emocional já havia sido recuperado.

Emocione-se.. a Alma agradece…




Somos seres (também) de emoções, no entanto, temos a tendência de colocar as emoções num patamar inferior e mesquinho.
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É verdade que muitas têm origem patológica no ego, logo, na mente e no pensamento, sendo que o corpo reage e sente contribuindo para a formação da emoção propriamente dita. Apesar disso, se bem orientadas, as emoções são um dos veículos da Alma para alcançar um estado maior de consciência, um estado de atenção e intenção.

Através duma saudável e gradual integração da pirâmide corpo-mente-espírito, conseguimos despertar de forma consciente para o verdadeiro sentido da vida: viver e crescer interiormente.

Existir, também significa estar exposto à dualidade, cair e nadar na incerteza da impermanência para que, após, consigamos valorizar e reconhecer as bênções e virtudes que sempre transportámos.

É importante perceber que quanto mais reprimirmos uma emoção, mais força e domínio sobre nós ela exerce.

Existem 3 possibilidades perante uma parede: partir, contornar ou evitar. Por qual tem optado? A vida oferece a dádiva de poder optar por uma das 3 hipóteses perante cada desafio, cada emoção, cada pensamento. Isto tudo para chegar à conclusão que é vital que sinta a 100% cada emoção, mesmo que doa e cegue, é importante que a olhe de frente e que retire daí a aprendizagem, o crescimento, a “Luz”.
Ganhar a percepção superior de quem realmente é, percebendo e sentindo a sua história de vida. Conhece-se realmente, ou pensa que sabe quem é?
Não está sozinho nesta viagem. O ser humano não é uma ilha; se necessitar de apoio procure-o, ele chegará. Não se preocupe com o “como”, esse é, na maior parte das vezes, o papel do Universo.
De pouco vale procurar ajudas exteriores, se não vai à base, à raiz, ao trabalho do que é mais evidente e está, quase sempre, na origem do caos que muitos seres humanos experienciam.
Comece por si e pelos que lhe são mais próximos, na maior parte das vezes, os mais difíceis de encarar e “digerir” neste sentido: a família.
Comece duma vez por todas a filtrar o que realmente é importante. Se pretende alterar a sua vida, necessita de começar pelas variáveis que a compõem. Se planta batatas, com certeza, não estará à espera de colher cenouras…
Todos os momentos são oportunidades de sentir de forma diferente, de se relacionar de forma renovada…de morrer para renascer para um mundo emocional livre, saudável e que lhe permita “respirar”. Começar a agir em vez de reagir é um dos objectivos dum trabalho sério e profundo ao nível das emoções.


  • Porque reajo assim?
  • Terá a ver com a minha infância?
  • Será por medo?
  • Medo de quê?...
  • Da rejeição?
  • Da critica ou julgamento de terceiros?
  • Terei receio de falhar?
  • Estarei cego pelo egoísmo e pela inveja, olhando apenas para o meu próprio umbigo?
  • Julgo-me o/a dono/a da verdade?
  • As minhas prioridades encontram-se bem definidas?
Os nossos pensamentos são os principais responsáveis pela qualidade das emoções que o corpo integra.


  • O que penso?
  • Qual a emoção dominante durante o dia?
  • Durante a semana?
Estas são algumas questões sobre as quais convém atentar, sob pena de entrarmos em “loop” ao nível dos nossos padrões de pensamento e actuação.
Viver com consciência, rumo ao equilíbrio e nem sempre é tarefa fácil. O caminho não é sempre em linha recta: avançamos 10 passos, recuamos 3, avançamos outros 5…o que faz a diferença é a vontade de ser feliz, a persistência, a coragem e a paciência. No entanto, quem opta por esse caminho conhece mais cedo ou mais tarde a alegria de saber quem é, para onde vai e de onde veio. A simplicidade e a verdade vence sempre no interior de cada um, é uma questão de tempo…mais cedo ou mais tarde acontece.
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Faça a sua parte, o Universo fará a Sua.
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Opte por VIVER, não se reprima. A alma agradece.
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Artigo de:
Rodrigo Belard
Escola Superior de Medicina Tradicional Chinesa de Lisboa ( www.esmtc.pt )
Universidade de Nanjing - China

ISOLAMENTO SOCIAL E SOLIDÃO




Isolamento social é diferente de solidão. Refere-se mais aos aspectos físicos da separação. Significa a privação de contatos sociais. isolamento social, classificando-se como isolamento social passivo e isolamento voluntário. Isolamento social passivo é aquele fenômeno de privação social contínua ou variável que ocorre à revelia do sujeito, ou seja, aquelas contingências de vida ou situações sociais que determinam um indivíduo a afastar-se involuntariamente do seu contexto social. Caracteriza-se geralmente, pelo caráter coercitivo e imposto da separação social. Já o isolamento social voluntário é composto por aquelas formas de isolamento onde o sujeito é o elemento ativo do processo, isto é, é ele quem, espontaneamente e sem sofrer qualquer pressão externa, anseia e busca tal distanciamento do seu meio social habitual, seja por um período de tempo restrito, seja por um período prolongado. Existem dois tipos de solidão: o isolamento social e o isolamento emocional. O primeiro, isolamento social, é o afastamento de um determinado grupo social. O segundo, isolamento emocional, é a falta de relacionamentos afetivos satisfatórios com outra pessoa.

Na interpretação do isolamento social e solidão o primeiro refere à experiência sentida por muitos, e objetivamente mensurável, de que são qualitativa e numericamente pobres os contatos e relações que tem com outras pessoas; a solidão, entretanto, é a dramática vivência do sentir-se sozinho, sem vínculos, sem conexão afetiva com outros, enclausurado. Esta última, em relação à primeira, é mais significativa, especialmente sob a perspectiva existencial.

Podem existir algumas relações entre isolamento social e solidão... pode haver isolamento social acompanhado do sentimento de solidão; pode haver isolamento social sem o sentimento de solidão; pode haver solidão em situação de isolamento social; pode haver solidão sem situação de isolamento.
O isolamento é o estar só, sem o sentimento de solidão. A solidão é o sentir-se só.
VIA: Laura Lencastre

Florais de Bach nos ajudam a lidar com os conflitos emocionais e a manter nossa saúde, em especial o nosso sistema imunológico, que nos defende das agressões do dia a dia.

  Essências Florais de Bach nos ajudam a lidar com os conflitos emocionais e a manter nossa saúde, em especial o nosso sistema imunológico, que nos defende das agressões do dia a dia.
Sabemos que a pessoa se desorganiza interiormente diante de situações conflituosas de sua existência, abrindo portas para a doença, assim como a própria doença abala emocionalmente a pessoa, por causa dos sintomas de dor ou desconforto físico que ela provoca. Medo, agitação, irritabilidade ou depressão, entre outros , são sintomas emocionais que fazem parte da descrição de algumas doenças, principalmente no que diz respeito aos distúrbios hormonais. A variação de humor, por exemplo, é forte indício de alterações nas taxas hormonais. Uma pessoa adoece quando seu estado interior não está suficientemente bom para proporcionar ao organismo condições de reagir às interferências do agente nocivo que atinge o corpo. Os conflitos emocionais bombardeiam o corpo, enfraquecendo principalmente os sistemas de defesa, possibilitando a instauração da doença. Portanto, as condições do corpo, tais como saúde ou doença são reflexos do nosso interior e são   resultantes dos nossos padrões de comportamento.
       
       A terapia com os florais promove a restauração de nossa saúde à medida que favorece o entendimento da emoção que precisa ser cuidada, possibilitando a percepção, a conscientização dos fatos e a causa do distúrbio.   Diante desse autoconhecimento, torna-se possível realizar uma mudança de atitude perante a vida, levando a uma transformação.   O propósito dos florais é o de ajudar a pessoa a compreender que ela é responsável pela sua saúde, bem-estar e por encontrar e cuidar de seu lugar no mundo.
Dr. Bach dizia que “O paciente do futuro precisa compreender que ele, e somente ele, pode trazer alívio para seu sofrimento, embora possa ser aconselhado e auxiliado por um irmão mais experiente que o ajudará em seu esforço”.

         Dr. Edward Bach, no início de sua pesquisa, buscando um método eficaz para a cura dos males da saúde, começou no campo da toxemia intestinal, termo esse utilizado para mostrar que os maiores problemas de saúde estão no acúmulo de toxinas que se alojam nos intestinos. Nessa pesquisa ele demonstrou que alguns conceitos vigentes na medicina não eram válidos, afirmando que:
1- O estado emocional é o fator de doença que gera a proliferação do germe (antes predominava o conceito de que o germe gerava a doença)- Nora Weeks, a parceira nas descobertas das essências florais relata que Dr. Bach sempre se perguntava: “Por que tantos indivíduos se infectavam com gripe e outros, no mesmo ambiente, saiam ilesos?” Concluiu que o estado emocional exercia influência no prognóstico e o medo era o grande assassino. Essa observação levou a uma grande mudança nos conceitos de saúde e doença, catalisando um avanço no campo da imunologia.
2- O paciente é o foco para o tratamento da doença e não a doença, porque a mesma doença pode apresentar diferentes sintomas em diferentes pessoas.  A maneira como a pessoa é afetada é o nosso verdadeiro guia para a cura.
Muito cedo, Bach percebeu que a personalidade do indivíduo era mais importante do que seu corpo no tratamento de qualquer doença. A personalidade da pessoa não está relacionada com o corpo, mas sim com a mente, e a mente é a nossa parte mais sensível e delicada. A mente, com seus vários humores, é a primeira a mostrar os sintomas de uma doença, constituindo-se para nós um guia muito melhor do que o corpo em casos de doença. O estado de espírito de cada indivíduo é o indicador mais sensível daquilo que uma determinada pessoa precisa. Esteja a pessoa não muito bem ou tentando evitar uma doença, seja esta de curta ou longa duração, o princípio é sempre o mesmo: “TRATE O PACIENTE; trate-o de acordo com seu estado de espírito, com sua personalidade, sua individualidade, e você não errará”.





 3- Para obter a cura é necessário eliminar os defeitos de alma desenvolvendo as virtudes opostas- este é o método verdadeiro e natural de avançar e de superar o erro. Exemplo: em situações de tormento da alma, quando impera a ansiedade, torna-se necessário buscar, de forma consciente, desenvolver a quietude.
Acima de tudo, Dr. Bach tinha como máxima a necessidade de compreendermos a Divindade dentro de nossa natureza e o nosso poder de superar todas as adversidades.
            Sabemos hoje, depois de 70 anos das pesquisas do Dr. Bach que toda emoção, sentimento ou pensamento desencadeia reações neuro-hormonais que alteram nosso sistema de defesa. Medo, ansiedade, ódio, tensão, preocupação, entre outros, tiram-nos de nosso eixo, provocando maiores descargas hormonais, que desequilibram nosso relógio interno, tornando-nos mais sensíveis à penetração de vírus, bactérias, toxinas em nosso corpo. Na desarmonia entre a Personalidade (nosso jeito de nos colocarmos na vida) e a Alma (nosso verdadeiro eu) temos as doenças. São momentos em que nossas emoções tornam-se negativas e deixam o corpo aberto e desprotegido, provocando desequilíbrios na secreção hormonal, que se manifestarão sob a forma dos mais diversos distúrbios, uma vez que, em nosso corpo há uma interação entre os sistemas nervoso, emocional e endócrino.



Dificuldades nos aparecem sempre, mas o importante é saber como lidar com elas, no sentido de recuperar a paz interna, a alegria e a felicidade. Dr. Bach nos propõe o caminho do autoconhecimento para a prevenção ou a cura das doenças. Portanto, só vamos nos curar quando trouxermos o entendimento e a luz para nossos lados escuros, deixando prevalecer nossas virtudes, eliminando nossos defeitos de alma.
Ou seja, cada um de nós tem uma coleção de virtudes com as quais podemos contar nos momentos difíceis, e que nos fazem reagir bem e adequadamente aos estímulos do meio ambiente que moldam nosso jeito de ser no mundo. Mas cada um de nos também possui sua coleção de defeitos, que são aqueles jeitos de pensar e agir que nos causam problemas, em vez de nos auxiliarem nos momentos em que as dificuldades nos aparecem.  Por exemplo, a pessoa apressada precisa desenvolver a paciência caso o problema que se apresente precise de um longo tempo para ser resolvido.  Ou, em situações de tristeza precisamos desenvolver a alegria, que é o caminho da verdade para comigo mesmo. Dr. Bach nos deixou o ensinamento de que: “A doença vem como um aviso e é uma oportunidade para se mudar. A saúde se recupera quando a energia inofensiva da planta, preservada no floral, ilumina a escuridão do estado negativo, trazendo a luz e a energia do sol. É claro que deve haver o desejo do paciente de melhorar.” Estejamos pois abertos a essa compreensão, entendendo que a doença não é um castigo, mas ela irá nos trazer ao caminho da verdade e da luz, do qual nunca deveríamos ter nos desviado.

Manjericão um aliado para nossa saude física e mental


O manjericão, cujo nome científico é Ocimum Basilicum, é uma planta herbácea de ciclo perene que alcança até 60 cm de altura. Seu caule é quadrangular, ereto e pubescente, finamente estriado. Suas flores são hermafroditas, agrupadas em inflorescências do tipo espiga, que se 
reúnem num fascículo circular em número de seis, pequenas, aromáticas e esbranquiçadas. Seu fruto é do tipo aquênio (como uma pequena noz), com sementes de coloração preto-azulada. Seu aroma é doce e pungente e seu sabor é balsâmico e levemente amargo. Suas folhas são ricas em vitamina A e C, além de terem vitaminas B (1, 2 e 3) e serem uma fonte de minerais (cálcio, fósforo e ferro); são sudoríferas e diuréticas.

Os componentes químicos do Manjericão são: fenilpropano, metilcavicol e linalol. Por isso suas propriedades medicinais são: antidepressiva, anti-séptica, anti-espamódica, expectorante, digestiva e tônica, pois atua no sistema nervoso central.

Na medicina popular, o chá das folhas do manjericão é utilizado para aliviar as dores de garganta (gargarejo); em bochechos, ajuda a cicatrizar aftas. Este chá atua ainda contra tosses, gripes, resfriados e crises de bronquite e é excelente para combater a insônia. Do óleo canforado obtém-se uma tintura que pode ser aplicada numa compressa sobre ferimentos de difícil cicatrização, ou em massagens sobre as têmporas, para aliviar as dores de cabeça, pois é sedativo suave.

O manjericão ajuda a combater gastrites e tem ação sobre o aparelho urinário, reduzindo o ardor ao urinar e estimulando os rins. É ótimo para cistite. Auxilia na boa circulação, pele e dores reumáticas. Afasta a fadiga. Para os convalescentes, um suco de manjericão é o máximo: simplesmente bata algumas folhas de manjericão no liqüidificador com água. É muito saboroso. Na culinária, coloque-o sempre por último nos alimentos cozidos para que ele não perca os seus princípios ativos.

O escalda-pés de Manjericão é ótimo para quem está agressivo, com raiva e prestes a explodir. Tira a raiva na hora. Em nossa atividade grupal, fizemos o escalda-pés com o chá de manjericão: todos se sentiram mais leves e aliviados da sobrecarga que traziam consigo.

É interessante, pois como Essência Floral do sistema de Florais de Minas, o Basilicum, cuja essência eqüivale ao Elm do sistema dos Florais de Bach, é indicado para aqueles que, sobrecarregados pelas responsabilidades ou pelo estresse, sentem-se temporariamente sem forças e esgotados. Atua sobre as dores de origem nervosa, dificuldades sexuais e psicopatologias, sempre que estejam relacionadas à sensação momentânea de incapacidade ou inadequação.

Em todas as situações em que a personalidade tem dificuldade de expressar as próprias idéias, em que há confusão mental, Basilicum será um clareador e um ordenador dos pensamentos. A essência desperta na mente pensamentos positivos de adequação e de harmonia. É ótima para os desorganizados e indisciplinados. Ajuda-nos a ver o brilho e o perfume da vida.

Quem precisa de Manjericão pode estar necessitando de sua energia determinante para ajudá-lo a recuperar o desejo de mostrar o próprio valor. Por isso, é indicado para as pessoas que sentem falta de autoconfiança e sofrem de um sentimento permanente de não serem boas o suficiente, pois têm inexplicáveis sentimentos de culpa. Em geral, essas pessoas buscam o reconhecimento, mas, ao mesmo tempo, são incapazes de “suportar o peso” do sucesso e do aplauso e por isso, acabam sempre pondo à prova o próprio medo de fracassar.

Em nosso grupo, constatamos que o manjericão resgata, de fato, o movimento com a vida, pois todos nós nos sentimos entusiasmados no final do dia. Um forte sentimento de solidariedade estava presente em nossas conversas. As seguintes frases são exemplo dos depoimentos dos participantes do grupo: “tive a sensação de equilíbrio e ao mesmo tempo de uma alegria libertadora”; “o manjericão me acalmou ao mesmo tempo que me deixou para cima”; “sentir que o manjericão pode me ajudar a superar o medo do abandono”; “ajudou a me sentir disposto para seguir em frente novamente”; “senti a alegria que precisava para curar a minha tristeza”.

Ao final, agradecemos à natureza por sua generosidade incondicional e tornamos a nos comprometer a continuar zelando por seu equilíbrio.

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