sábado, 25 de janeiro de 2014
Você é muito mais do que sua mente.
Você é
muito mais do que sua mente. Você pode pensar que ela é que está
dirigindo o espetáculo, mas é só porque você a treinou para pensar
assim. Você também pode destreinar e treinar de novo essa sua
ferramenta.
Louise Hay
Sua mente é uma ferramenta que você pode usar da forma que quiser. O modo como a usa agora é só um hábito, e hábitos, quaisquer hábitos,
podem ser modificados. Faça sua mente parar de tagarelar por um
instante e pense bem neste conceito: Sua mente é uma ferramenta que você
pode usar da maneira que quiser.
Os pensamentos que você “escolhe” pensar
criam as experiências que você tem. Se você acredita que é difícil
modificar um hábito ou pensamento, isso será verdade para você. Se você
escolher pensar: “Está se tornando fácil para eu fazer modificações”,
então será verdade para você.
Existe um incrível poder e inteligência
no seu interior constantemente reagindo aos seus pensamentos e palavras.
À medida que você vai aprendendo a controlar sua mente
através da escolha consciente de pensamentos, você se alia a esse poder
e inteligência. Não pense que sua mente está no controle. Você é que
controla sua mente. Você usa sua mente. Você pode parar de pensar esses
velhos pensamentos.
Quando seu velho pensamento tenta voltar e
dizer: “É muito difícil mudar” assuma o controle de sua mente e diga:
“Agora escolho acreditar que está se tornando mais fácil para eu fazer
mudanças”. Pode ser que tenha de conversar assim com sua mente várias
vezes, até que ela reconheça que você está no controle e que sua palavra
é a que vale. A única coisa sobre a qual você tem controle é o seu
pensamento atual Seus velhos pensamentos não existem mais; não há nada
que você possa fazer sobre eles exceto vivenciar as experiências que
causaram. Seus futuros pensamentos ainda não se formaram e você não sabe
quais serão. No entanto, seu pensamento atual, o que você está pensando
agora, está totalmente sob seu controle.
Exemplo
Suponhamos que você tenha um filho que há
muito tempo recebeu permissão de ficar acordado até tarde. Num belo
dia, você decide que agora quer que o garoto vá para a cama todas as
noites às oito horas. Como acha que será a primeira noite? Claro, a
criança se rebelará contra essa nova regra e poderá berrar, chutar e
inventar um monte de coisas para não ir se deitar.
Se você não ficar firme na sua decisão,
seu filho ganhará a parada e tentará controlá-lo para sempre. No
entanto, se você não abrir mão do que decidiu, mantendo-a calma e
insistindo que essa é a nova hora de dormir, a rebeldia ir diminuindo.
Em duas ou três noites a nova rotina estará estabelecida. O mesmo
acontece com a sua mente. Claro que ela inicialmente se rebelar é pois
não deseja ser retreinada. Porém, você está no controle e se, se
mantiver firme e concentrado, dentro de pouco tempo o novo modo de
pensar ficará estabelecido e será extremamente gratificante tomar
consciência de que você não é uma vítima indefesa de seus pensamentos,
mas sim o patrão de sua mente.
Exercício: Deixando ir
Enquanto lê, tome uma respiração profunda
e, à medida que for exalando, deixe toda a tensão sair de seu corpo.
Deixe seu couro cabeludo, sua testa e seu rosto relaxarem. A cabeça não
precisa estar tensa para você ler. Deixe a língua, a garganta e os
ombros relaxarem. Você pode segurar o livro com braços e mãos relaxados.
Faça isso agora – deixe as costas, o abdômen e a pélvis relaxarem.
Deixe sua respiração se tranquilizar enquanto você vai relaxando as
pernas e os pés.
Você sentiu uma grande mudança
no seu corpo desde que começou o Parágrafo anterior? Note o quanto você
se prende. Se está fazendo isso com seu corpo, está fazendo com sua
mente.
Nessa posição relaxada, confortável, diga
a si mesmo: “Estou disposto a deixar ir. Eu solto. Eu deixo ir. Solto
toda a tensão. Solto todo o medo. Solto toda a raiva. Solto toda a
culpa. Solto toda a tristeza. Deixo ir todas as minhas velhas
limitações. Deixo ir e estou em paz. Estou em paz comigo mesmo com o
processo da vida. Estou em segurança”. Estou em paz.
Repita esse exercício duas ou três vezes.
Sinta como é fácil deixar ir. Faça-o de novo sempre que sentir
pensamentos de dificuldade aparecendo. É preciso um pouco de treinamento
para a rotina tornar-se uma parte integrante de sua vida. Quando você
primeiro se põe nesse estado de paz, fica fácil para as afirmações se
assentarem. Você torna-se aberto e receptivo a elas e não há mais
necessidade de luta, tensão ou esforço. Apenas relaxe e se entregue aos
pensamentos apropriados.
Sim, é mesmo fácil.
sexta-feira, 24 de janeiro de 2014
Como se libertar do apego
Muita
gente associa o estresse ao cansaço quando, no fundo, toda tensão
física é resultado de repressões psicológicas. Pois é… São nossos
pensamentos que tumultuam nosso fluxo de energia.
Vamos mudá-los? Comecemos pelo apego.
Como a gente se apega às pessoas! No fundo, nos apegamos a algo que
vemos nelas: segurança, apoio, amor. O apego existe porque você espera
que os outros lhe deem o que você não consegue obter dentro de si mesma.
Mas há um meio de encontrarmos o que precisamos dentro de nós!
Imagine-se tirando do seu corpo todas as
pessoas que conhece: familiares, colegas de trabalho, amigas, vizinhas.
Agora, imagine que está dentro de um estádio, bem no meio do campo, e
todas essas pessoas estão quietas, nas arquibancadas. Diga a elas:
“Estou me dando o direito de não esperar nada de vocês. Deixo de lado
qualquer expectativa e, o que vier, é lucro”. Escutando você, elas
começam a abandonar o estádio. E ele fica vazio. Pela primeira vez,
dentro de você não tem ninguém. Você está só, olha para o chão e vê um
buraco. Agora pule e sinta apenas a sensação de cair.
De repente, o fundo começa a aparecer.
Seja o que for: pedra, água, luz, não importa, fixe seu olhar nesse
fundo. Se o que você viu foi uma pedra, imagine-se derretendo e virando
uma pedra. Diga: “eu sou as sensações que tenho agora. Na realidade, caí
dentro de mim, da minha essência”. Então o buraco some e só ficam as
sensações. Tudo o que você queria está simplesmente em você!
Está se sentindo mais segura e livre?
Agora vamos sentir que podemos nos tornar ainda mais leves. Lembre-se de
soltar todos os ressentimentos que ficaram presos em você todos esses
anos quando as pessoas não lhe deram o que queria.
Reflita: se você não se valorizou, por
que alguém iria fazê-lo? Você é a responsável por tudo aquilo que se
passa na sua vida! Então, limpe-se por dentro e perdoe compreendendo que
cada um deu aquilo que podia ter dado. Mergulhe na consciência da sua
própria liberdade: “Meu corpo está limpo. Meus sentimentos estão
renovados. Desfruto de paz. Não há obstáculos na minha vida. Todos os
recursos estão em mim. Eu me sinto superior ao que eu era. Eu me sinto
melhor e efetivamente bem”.
Luiz Gasparetto.
quinta-feira, 16 de janeiro de 2014
Para refletir

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014
Impressões negativas
Hoje em
dia, grande parte dos pais se preocupa em conduzir seus filhos a um
templo religioso, em virtude da situação conflitante por que passa a
nossa sociedade.
Todavia, esses mesmos pais têm encontrado grande resistência por parte dos filhos, principalmente dos jovens e adolescentes.
Isso nos recorda uma experiência vivida por um casal de amigos.
Eles
tinham um filho de 14 anos que não se interessava em freqüentar as
reuniões religiosas junto com os pais, apesar de todos os esforços
desses por persuadi-lo.
Todas as
vezes que os pais lhe falavam sobre a necessidade de se buscar a ajuda
de Deus para enfrentar, com fé e confiança, as agruras da vida, o filho
se mantinha calado, dedilhando sua guitarra, da qual poucas vezes se
separava.
Um dia, já cansados de tentar convencê-lo, sem lograr êxito, os pais foram um pouco mais veementes.
Aproximaram-se do rapaz e começaram a lhe falar da importância de ele os acompanhar ao templo religioso.
O garoto, que até então estava calado, segurou as cordas da guitarra com uma das mãos, fitou-os nos olhos, e disse:
Meus queridos pais: há quanto tempo vocês professam essa religião?
O pai, imediatamente, respondeu que já fazia 20 anos, e a mãe disse que a professava desde o berço.
O jovem abaixou a cabeça e continuou a acariciar sua guitarra.
Mas os pais, inquietos, questionaram com impaciência:
Filho, você está surdo? Por que não fala direito com os seus pais? Diga-nos, por favor, os seus motivos.
O rapaz levantou a cabeça novamente, olhou-os com um certo ar de tristeza e falou:
Eu não queria magoá-los, mas, se vocês insistem...
Vocês
acabaram de me dizer os anos que cada um freqüenta o templo religioso e
eu, que na verdade já sabia disso, peço que me digam, com toda
sinceridade:
Prá que serve a religião, se vocês vivem brigando dentro de casa?
De que
adianta buscar um Deus que não consegue fazer com que vocês se entendam e
se perdoem, ao invés de viverem aos gritos um com o outro?
Respondam,
com sinceridade, de que vale uma religião se, de vez em quando eu vejo o
pai dormindo no sofá e a mãe se debulhando em lágrimas, lá no quarto?
Será que
vocês me acham tão infantil a ponto de me convencer que a sua religião é
boa para mim, quando não consegue fazer vocês felizes?
Não! Eu realmente não perderei tempo com essas coisas que não são eficientes nem para vocês mesmos.
A história desses amigos vale como motivo de sérias reflexões para todos nós.
Esquecidos
de que nossos filhos são portadores de inteligência e bom senso,
queremos que acreditem no que falamos e não no que eles observam no
cotidiano, portas adentro do lar.
É importante que aprendamos a ensinar pelo exemplo e não tentar convencer com teorias vazias.
* * *
Geralmente os responsáveis pelo distanciamento dos jovens do Criador, são os pais, com sua falta de fé ou hipocrisia.
As
religiões trazem, em seus postulados, as diretrizes que conduzem a Deus,
mas os religiosos, ou os que se dizem tais, é que não as entendem ou as
desvirtuam.
Assim sendo, se quisermos, sinceramente, aproximar nossos jovens de Deus, aproximemo-nos Dele primeiro.
Pensemos nisso!
Redação do Momento Espírita, com história adaptada do cap. Necessidade
de exemplo do livro Crepúsculo de um coração, de Jerônimo Mendonça.
sábado, 11 de janeiro de 2014
10 opções refrescantes para aliviar o calor do verão
Com os termômetros
elevados e com a exposição ao calor, nosso corpo precisa de muito
líquido para manter-se hidratado e saudável, por isso, ingerir água,
sucos e outras bebidas é essencial: "Hidratar o organismo é fundamental.
Bebidas leves e bem geladinhas mandam o calor embora e deixam seu corpo
saudável", explica a nutricionista do MinhaVida, Roberta Stella. Confira 10 sugestões para se refrescar no calor.
Fonte: http://www.minhavida.com.br/alimentacao/galerias/10853-10-opcoes-refrescantes-para-aliviar-o-calor-do-verao
terça-feira, 7 de janeiro de 2014
Coisas boas acontecem com quem se valoriza.
Coisas boas acontecem com quem se valoriza.
A vida e as pessoas te tratam como você se trata.
Então aprenda a se valorizar:
coloque a mão no peito e sinta que há uma pessoa embaixo da sua mão...
pergunte a ela o que ela precisa para ficar bem agora.....
assuma e faça....
você não acha que é hora de botar ela em primeiro lugar?
Luiz Gaspareto
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