Tenha Fé
"Acredite nas pessoas... Naquelas que possuem algo mais... Aquelas que, às vezes, a gente confunde com anjos e outras divindades... Digo daquelas pessoas que existem em nossas vidas e enchem nosso espaço com pequenas alegrias e grandes atitudes... Falo daquelas que te olham nos olhos quando precisam ser verdadeiras, tecendo elogios, que pedem desculpas com a simplicidade de uma criança... Pessoas firmes... Verdadeiras, transparentes, amigas, ingênuas... Que com um sorriso, um beijo, um abraço, uma palavra de faz feliz... Aquelas que erram... Acertam... Não tem vergonha de dizer não sei... aquelas que sonham... Aquelas amigas... Aquelas que passam pela vida deixando sua marca, saudades, aquelas que fazem à diferença... Aquelas que vivem intensamente um grande amor..."
Autor: ( Desconhecido )
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
domingo, 5 de fevereiro de 2012
APROVEITAR A VIDA
Você aproveita a vida?
É muito comum ouvir as pessoas, e principalmente os jovens, dizendo que querem aproveitar a vida. E isso geralmente é usado como desculpa para eximir-se de assumir responsabilidades.
Mas, afinal de contas, o que é aproveitar a vida?
Para uns é matar-se aos poucos com as comilanças, bebidas alcoólicas, fumo e outras drogas.
Para outros é arriscar a vida em esportes perigosos, noitadas de orgias, consumir-se nos prazeres carnais. Talvez isso se dê porque muitos de nós não sabemos porque estamos na Terra. E por essa razão desperdiçamos a vida em vez de aproveitá-la.
Certo dia, um jovem que trabalhava em uma repartição pública na companhia de outros colegas que costumavam reunir-se todos os finais de expediente para beber e fumar a vontade, foi convidado a acompanhá-los. Ele agradeceu e disse que não bebia e que também não lhe agradava a fumaça do cigarro. Os demais riram dele e lhe perguntaram, com ironia, se a religião não lhe permitia, ao que ele respondeu: “a minha inteligência é que me impede de fazer isso.” E que inteligência é essa que não lhe permite aproveitar a vida? Perguntaram os colegas. O rapaz respondeu com serenidade: “e vocês acham que eu gastaria o dinheiro que ganho para me envenenar? Vocês se consideram muito espertos, mas estão pagando para estragar a própria saúde e encurtar a vida, que para mim é preciosa demais. Observando as coisas sob esse ponto de vista, poderemos considerar que aproveitar a vida é dar-lhe o devido valor. É investir os minutos preciosos que Deus nos concede em atividades úteis e nobres. Quando dedicamos as nossas horas na convivência salutar com os familiares, estamos bem aproveitando a vida. Quando fazemos exercícios, nos distraímos no lazer, na descontração saudável, estamos dando valor à vida. Quando estudamos, trabalhamos, passeamos, sem nos intoxicar com drogas e excessos de toda ordem, estamos aproveitando de forma inteligente as nossas existências. Quando realmente gostamos de alguma coisa, fazemos esforços para preservá-la. Assim também é com relação à vida. E não nos iludamos de que a estaremos aproveitando acabando com ela. Se você é partidário dessa idéia, vale a pena repensar com seriedade em que consiste o aproveitamento da vida. E se você acha que os vícios lhe pouparão a existência, visite alguém que está se despedindo dela graças a um câncer de pulmão, provocado pelo cigarro. Converse com quem entrega as forças físicas a uma cirrose hepática causada pelos alcoólicos. Ouça um guloso inveterado que se encontra no cárcere da dor por causa dos exageros na alimentação.
Visite um infeliz que perdeu a liberdade e a saúde para as drogas que lhe consomem lentamente. Observando a vida através desse prisma, talvez você mude o seu conceito sobre “aproveitar a vida”. ***
“A vida é um poema de beleza, cujos versos são constituídos de propostas de luz, escritas na partitura da natureza, que lhe exalta a presença em toda parte. Em conseqüência, a oportunidade da existência física constitui um quadro a parte de encantamento e conquistas, mediante cuja aprendizagem o Espírito se embeleza e alcança os altos planos da realidade feliz.”
Equipe de Redação do Momento Espírita, com base no livro "Vida: Desafios e Soluções", cap. Alegria de Viver
É muito comum ouvir as pessoas, e principalmente os jovens, dizendo que querem aproveitar a vida. E isso geralmente é usado como desculpa para eximir-se de assumir responsabilidades.
Mas, afinal de contas, o que é aproveitar a vida?
Para uns é matar-se aos poucos com as comilanças, bebidas alcoólicas, fumo e outras drogas.
Para outros é arriscar a vida em esportes perigosos, noitadas de orgias, consumir-se nos prazeres carnais. Talvez isso se dê porque muitos de nós não sabemos porque estamos na Terra. E por essa razão desperdiçamos a vida em vez de aproveitá-la.
Certo dia, um jovem que trabalhava em uma repartição pública na companhia de outros colegas que costumavam reunir-se todos os finais de expediente para beber e fumar a vontade, foi convidado a acompanhá-los. Ele agradeceu e disse que não bebia e que também não lhe agradava a fumaça do cigarro. Os demais riram dele e lhe perguntaram, com ironia, se a religião não lhe permitia, ao que ele respondeu: “a minha inteligência é que me impede de fazer isso.” E que inteligência é essa que não lhe permite aproveitar a vida? Perguntaram os colegas. O rapaz respondeu com serenidade: “e vocês acham que eu gastaria o dinheiro que ganho para me envenenar? Vocês se consideram muito espertos, mas estão pagando para estragar a própria saúde e encurtar a vida, que para mim é preciosa demais. Observando as coisas sob esse ponto de vista, poderemos considerar que aproveitar a vida é dar-lhe o devido valor. É investir os minutos preciosos que Deus nos concede em atividades úteis e nobres. Quando dedicamos as nossas horas na convivência salutar com os familiares, estamos bem aproveitando a vida. Quando fazemos exercícios, nos distraímos no lazer, na descontração saudável, estamos dando valor à vida. Quando estudamos, trabalhamos, passeamos, sem nos intoxicar com drogas e excessos de toda ordem, estamos aproveitando de forma inteligente as nossas existências. Quando realmente gostamos de alguma coisa, fazemos esforços para preservá-la. Assim também é com relação à vida. E não nos iludamos de que a estaremos aproveitando acabando com ela. Se você é partidário dessa idéia, vale a pena repensar com seriedade em que consiste o aproveitamento da vida. E se você acha que os vícios lhe pouparão a existência, visite alguém que está se despedindo dela graças a um câncer de pulmão, provocado pelo cigarro. Converse com quem entrega as forças físicas a uma cirrose hepática causada pelos alcoólicos. Ouça um guloso inveterado que se encontra no cárcere da dor por causa dos exageros na alimentação.
Visite um infeliz que perdeu a liberdade e a saúde para as drogas que lhe consomem lentamente. Observando a vida através desse prisma, talvez você mude o seu conceito sobre “aproveitar a vida”. ***
“A vida é um poema de beleza, cujos versos são constituídos de propostas de luz, escritas na partitura da natureza, que lhe exalta a presença em toda parte. Em conseqüência, a oportunidade da existência física constitui um quadro a parte de encantamento e conquistas, mediante cuja aprendizagem o Espírito se embeleza e alcança os altos planos da realidade feliz.”
Equipe de Redação do Momento Espírita, com base no livro "Vida: Desafios e Soluções", cap. Alegria de Viver
sábado, 4 de fevereiro de 2012
AROMATERAPIA
O poder terapêutico das essências aromáticas das plantas.
A Aromaterapia consiste em tratar as doenças com a ajuda de óleos extremamente concentrados extraídos dos vegetais. Esses extratos chamados essências ou óleos essenciais contêm as substâncias que dão perfume às plantas e, por isso, seu odor é a característica principal.
Os óleos essenciais são produzidos por minúsculas glândulas presentes nas pétalas, no caule, na casca e na madeira de numerosas plantas e árvores. Se, na natureza essas glândulas liberam os aromas das plantas de forma progressiva, quando aquecidas ou trituradas, elas explodem e liberam os odores com uma potência muito maior.
Para extrair o óleo essencial puro, recorre-se a um processo de destilação no vapor d’água. Se a essência é dissolvida no álcool ou em outro solvente, denomina-se essência absoluta. São menos puras que os óleos, porém conservam propriedades curativas interessantes.
Os usos dos óleos essenciais são múltiplos, mas eles são mais utilizados na unção da pele (massagem), podendo também ser inalados ou colocados na água de banho ou em compressas.
Raramente são ingeridos. Certamente são mais eficazes quando inalados, pois provocam uma ação imediata no cérebro.
Não se deve pensar que a Aromaterapia não apresenta contra-indicações. Devem ser utilizados com precaução, pois podem causar irritação e alergia na pele. Os aromaterapeutas utilizam cerca de 30 plantas e flores para tratar a maior parte dos problemas.
Os óleos essenciais são divididos em três categorias:
os que tonificam o organismo e favorecem o bom humor;
os que estimulam e regulam as principais funções do corpo;
e os que têm um efeito calmante sobre o corpo e o espírito.
Alguns exemplos:
Óleo de Camomila – refrescante. Indicado para dores de cabeça e depressão;
Óleo de Cânfora – refrescante e estimulante. Indicado em resfriados, reumatismos, acne, insônia;
Óleo de Cedro – sedativo. Usado para angústia, bronquite e tosse;
Óleo de Limão – refrescante e estimulante. Para problemas circulatórios, hipertensão e acne;
Óleo de Eucalipto – libera a cabeça. Indicado para edemas e dores musculares;
Óleo de Gerânio – refrescante e antiespasmódico. Para problemas urinários e infecções virais;
Óleo de Jasmim – relaxante e calmante. Serve para tratar apatia e pele seca;
Óleo de Manjerona – fortificante. Indicado em enxaquecas, cólicas e equimoses;
Óleo de Patchouli – relaxante. Indicado na depressão e pele seca.
Óleo de Pimenta Cinza – estimulante. Usado em problemas digestivos, resfriados e diarréia;
Os óleos essenciais possuem propriedades anti-sépticas reconhecidas, como as da Lavanda e do Gerânio, que são eficazes contra infecções causadas por bactérias, vírus e fungos. São também apreciados pelas propriedades desintoxicantes do limão, alho, eucalipto e pelos efeitos calmantes junta à sensação de bem estar e harmonia que parecem produzir um efeito preventivo sobre as doenças
A Aromaterapia consiste em tratar as doenças com a ajuda de óleos extremamente concentrados extraídos dos vegetais. Esses extratos chamados essências ou óleos essenciais contêm as substâncias que dão perfume às plantas e, por isso, seu odor é a característica principal.
Os óleos essenciais são produzidos por minúsculas glândulas presentes nas pétalas, no caule, na casca e na madeira de numerosas plantas e árvores. Se, na natureza essas glândulas liberam os aromas das plantas de forma progressiva, quando aquecidas ou trituradas, elas explodem e liberam os odores com uma potência muito maior.
Para extrair o óleo essencial puro, recorre-se a um processo de destilação no vapor d’água. Se a essência é dissolvida no álcool ou em outro solvente, denomina-se essência absoluta. São menos puras que os óleos, porém conservam propriedades curativas interessantes.
Os usos dos óleos essenciais são múltiplos, mas eles são mais utilizados na unção da pele (massagem), podendo também ser inalados ou colocados na água de banho ou em compressas.
Raramente são ingeridos. Certamente são mais eficazes quando inalados, pois provocam uma ação imediata no cérebro.
Não se deve pensar que a Aromaterapia não apresenta contra-indicações. Devem ser utilizados com precaução, pois podem causar irritação e alergia na pele. Os aromaterapeutas utilizam cerca de 30 plantas e flores para tratar a maior parte dos problemas.
Os óleos essenciais são divididos em três categorias:
os que tonificam o organismo e favorecem o bom humor;
os que estimulam e regulam as principais funções do corpo;
e os que têm um efeito calmante sobre o corpo e o espírito.
Alguns exemplos:
Óleo de Camomila – refrescante. Indicado para dores de cabeça e depressão;
Óleo de Cânfora – refrescante e estimulante. Indicado em resfriados, reumatismos, acne, insônia;
Óleo de Cedro – sedativo. Usado para angústia, bronquite e tosse;
Óleo de Limão – refrescante e estimulante. Para problemas circulatórios, hipertensão e acne;
Óleo de Eucalipto – libera a cabeça. Indicado para edemas e dores musculares;
Óleo de Gerânio – refrescante e antiespasmódico. Para problemas urinários e infecções virais;
Óleo de Jasmim – relaxante e calmante. Serve para tratar apatia e pele seca;
Óleo de Manjerona – fortificante. Indicado em enxaquecas, cólicas e equimoses;
Óleo de Patchouli – relaxante. Indicado na depressão e pele seca.
Óleo de Pimenta Cinza – estimulante. Usado em problemas digestivos, resfriados e diarréia;
Os óleos essenciais possuem propriedades anti-sépticas reconhecidas, como as da Lavanda e do Gerânio, que são eficazes contra infecções causadas por bactérias, vírus e fungos. São também apreciados pelas propriedades desintoxicantes do limão, alho, eucalipto e pelos efeitos calmantes junta à sensação de bem estar e harmonia que parecem produzir um efeito preventivo sobre as doenças
INFELICIDADE É VIVER PARA IMPRESSIONAR OS OUTROS

Nós nascemos com um potencial infinito de realizações.
Porém, à medida que vamos sendo educados, durante a infância e adolescência, perdemos a rota original de nosa própria existência.
Deixamos de fazer aquilo que nos realiza e passamos a agir em função dos outros: pais, professores e depois toda a sociedade.
Nosso objetivo de vida nos é imposto e passamos a condicionar nosso sucesso ao aplauso das pessoas que nos cercam.
Para continuar merecendo essa aprovação, progressivamente abandonamos nossas vocações e passamos a realizar os desejos alheios.
A maioria das pessoas vive para ser admirada por uma multidão de olhos vorazes que, muito provavelmente, não se cruzarão mais.
Quando elas param para perceber o rumo dado as suas vidas, verificam que apenas colecionaram cupons que não servem para nada.
Quem consegue realizar as metas de sua alma é feliz e desperta admiração devido a sua integridade como pessoa.
Ao contrário, quem vive para se admirado sempre será infeliz, porque está deixando de lado o compromisso consigo mesmo.
Não se consegue ser feliz valorizando mais a opinião dos outros do que seus próprios sentimentos. Alguns se sentem infelizes,mas raciocinam:
"Se os outros estão aplaudindo é porque estou no caminho certo". E avançam nas suas frustrações.
Vocé é mais importante do que qualquer julgamento alheio. Para ser feliz, viva para surpreender a si próprio, e não aos outros.
* * * * *
Roberto Shinyashiki - Texto extraído do livro "O sucesso é ser feliz"
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
SER ZEN
Ser zen não é ficar numa boa o tempo todo, de papo para o ar, achando tudo lindo sem fazer nada.
Ser zen é ser ativo. É estar forte e decidido. E caminhar com leveza, mas com certeza. É auxiliar a quem precisa, no que precisa e não no que se idealiza.
Ser zen é ser simples. Da simplicidade dos santos e dos sábios. Que não precisam de nada. Nada mais que o necessário. Para o encontro, a comida, a cama, a diversão, o trabalho.
Ser zen é fluir com o fluir da vida. Sem drama, sem complicação. Na hora de comer come comendo, sem ver televisão, sem falar desnecessário. Sente o sabor do alimento, a textura, o condimento. Sente a ternura (ou não) da mão que plantou e colheu, da terra que recebeu e alimentou, do sol que deu energia, da água que molhou, de todos os elementos que tornam possível um pequeno prato de comida à nossa frente. Sente gratidão, não desperdiça. Come com alegria.
Para satisfazer a fome de todos os famintos. Bebe para satisfazer a sede de todos os sedentos. Agradecendo e se lembrando de onde vem e para onde vai. A chuva, o sol, o vento, o guarda, o policial, o bandido, o açougueiro, o juiz, a feiticeira, o padre, a arrumadeira, o bancário e o banqueiro, o servente e o garçom, a médica e o doutor, o enfermeiro e o doente, a doença e a saúde, a vida e a morte, a imensidão e o nada, o vazio e o cheio, o tudo e cada parte.
Ser zen é ser livre e saber os seus limites.
SER zen é servir, é cuidar, é respeitar, compartilhar.
Ser zen é hospitalidade, é ternura, é acolhida.
Ser zen é o kyosaku, bastão de madeira sábia, que acorda sem ferir, que lembra deste momento, dos pés no chão como indígenas, sentindo a Terra-Mãe sustentando nossos sonhos, nossas fantasias, nossas dores, nossas alegrias.
Ser zen é morrer. Morrer para a dualidade, para o falso, a mentira, a iniqüidade.
Ser zen é renascer a cada instante. Na flor, na semente, na barata, no bicho do livro na estante.
Ser zen é jamais esquecer de um gesto, de um olhar, de um carinho trocado no presente-futuropassado.
Ser zen é não carregar rancores, ódios, cismas nem terrores.
Ser zen é trocar pneu, as mãos sujas de graxa.
Ser zen é ser pedreiro, fazendo e refazendo casas.
Ser zen é ser simplesmente quem somos e nada mais. É ser a respiração que respira em cada ação. É fazer meditação, sentar-se para uma parede, olhar para si mesmo. Encontrar suas várias faces, seus sorrisos, suas dores. É entregar-se ao desconhecido aspecto do vazio. Não ter medo do medo. Não se fazer ou, se o fizer, assim o perceber e voltar.
Ser zen é voltar para o não-saber, pois não sabemos quase nada. Não sabemos o começo, nem o meio, muito menos o fim. E tudo tem começo, meio e fim.
Ser zen é estar envolvido nos problemas da cidade, da rua, da comunidade.
oferecer soluções, ter criatividade, sorrir dos erros, se desculpar e sempre procurar melhorar.
Ser zen é estar presente. Aqui, neste mesmo lugar. Respirando simplesmente, observando os pensamentos, memórias, aborrecimentos, alegrias e esperanças.
Quando? Agora, neste instante.
É estar bem aqui onde quando se fala já se foi. Tempo girando, correndo, passando, e nós passando com ele. Sem separação.
Ser zen é Ser Tempo.
Ser zen é Ser Existência...." Monja Coen
TEXTO COPIADO DO MURAL DE UMA AMIGA TERAPEUTA TB.CRYSTAL
Ser zen é ser ativo. É estar forte e decidido. E caminhar com leveza, mas com certeza. É auxiliar a quem precisa, no que precisa e não no que se idealiza.
Ser zen é ser simples. Da simplicidade dos santos e dos sábios. Que não precisam de nada. Nada mais que o necessário. Para o encontro, a comida, a cama, a diversão, o trabalho.
Ser zen é fluir com o fluir da vida. Sem drama, sem complicação. Na hora de comer come comendo, sem ver televisão, sem falar desnecessário. Sente o sabor do alimento, a textura, o condimento. Sente a ternura (ou não) da mão que plantou e colheu, da terra que recebeu e alimentou, do sol que deu energia, da água que molhou, de todos os elementos que tornam possível um pequeno prato de comida à nossa frente. Sente gratidão, não desperdiça. Come com alegria.
Para satisfazer a fome de todos os famintos. Bebe para satisfazer a sede de todos os sedentos. Agradecendo e se lembrando de onde vem e para onde vai. A chuva, o sol, o vento, o guarda, o policial, o bandido, o açougueiro, o juiz, a feiticeira, o padre, a arrumadeira, o bancário e o banqueiro, o servente e o garçom, a médica e o doutor, o enfermeiro e o doente, a doença e a saúde, a vida e a morte, a imensidão e o nada, o vazio e o cheio, o tudo e cada parte.
Ser zen é ser livre e saber os seus limites.
SER zen é servir, é cuidar, é respeitar, compartilhar.
Ser zen é hospitalidade, é ternura, é acolhida.
Ser zen é o kyosaku, bastão de madeira sábia, que acorda sem ferir, que lembra deste momento, dos pés no chão como indígenas, sentindo a Terra-Mãe sustentando nossos sonhos, nossas fantasias, nossas dores, nossas alegrias.
Ser zen é morrer. Morrer para a dualidade, para o falso, a mentira, a iniqüidade.
Ser zen é renascer a cada instante. Na flor, na semente, na barata, no bicho do livro na estante.
Ser zen é jamais esquecer de um gesto, de um olhar, de um carinho trocado no presente-futuropassado.
Ser zen é não carregar rancores, ódios, cismas nem terrores.
Ser zen é trocar pneu, as mãos sujas de graxa.
Ser zen é ser pedreiro, fazendo e refazendo casas.
Ser zen é ser simplesmente quem somos e nada mais. É ser a respiração que respira em cada ação. É fazer meditação, sentar-se para uma parede, olhar para si mesmo. Encontrar suas várias faces, seus sorrisos, suas dores. É entregar-se ao desconhecido aspecto do vazio. Não ter medo do medo. Não se fazer ou, se o fizer, assim o perceber e voltar.
Ser zen é voltar para o não-saber, pois não sabemos quase nada. Não sabemos o começo, nem o meio, muito menos o fim. E tudo tem começo, meio e fim.
Ser zen é estar envolvido nos problemas da cidade, da rua, da comunidade.
oferecer soluções, ter criatividade, sorrir dos erros, se desculpar e sempre procurar melhorar.
Ser zen é estar presente. Aqui, neste mesmo lugar. Respirando simplesmente, observando os pensamentos, memórias, aborrecimentos, alegrias e esperanças.
Quando? Agora, neste instante.
É estar bem aqui onde quando se fala já se foi. Tempo girando, correndo, passando, e nós passando com ele. Sem separação.
Ser zen é Ser Tempo.
Ser zen é Ser Existência...." Monja Coen
TEXTO COPIADO DO MURAL DE UMA AMIGA TERAPEUTA TB.CRYSTAL
A VIDA EM 10 LIÇÕES
A VIDA EM 10 LIÇÕES
Este texto é de autoria de Twyla Nitsch, anciã da tribo
. 1. Você vai receber um corpo Você poderá gostar dele ou detestá-lo, mas ele será seu por todo o período da sua vida.
2. Você vai aprender lições. Você está matriculado em período integral numa escola informal chamada Vida. A cada dia, nesta escola, você terá oportunidade de aprender lições. Você poderá gostar das lições ou achá-las irrelevantes e estúpidas.
3. Não existem erros, apenas lições e conseqüências. Crescimento é um processo de tentativa e erro: experimentação. Os experimentos que "não deram certo" são tão parte do processo quanto os que "funcionaram". Lições de moral não ajudam. Julgar também não. Apenas faça o melhor que puder.
4. Cada lição é repetida até que seja aprendida. Cada lição será apresentada a você em várias formas, até que você a tenha aprendido. Quando a tiver aprendido, poderá passar para a próxima lição.
5. O aprendizado não termina nunca. Não há nenhuma parte da vida que não contenha suas lições. Se você está vivo, há lições a serem aprendidas.
6. "Lá" não é melhor do que "aqui". Quando o seu "lá" tiver se transformado num "aqui", você simplesmente verá um outro "lá", que novamente parecerá melhor do que "aqui".
7. Os outros são meros espelhos seus. Você não pode amar nem odiar algo em outra pessoa a menos que isso reflita algo que você ama ou odeia em você mesmo.
8. O que você faz da sua vida é decisão sua. Você tem todos os instrumentos e recursos de que precisa. O que você faz com eles é com você. A escolha é sua.
9. Você sempre consegue o que quer. Você e seu subconsciente determinam quais energias, experiências e pessoas você atrai. Assim, o único jeito certeiro de saber o que você quer é ver o que você tem. Não existem vítimas, apenas estudantes.
10. Sua resposta está dentro de você. As respostas às questões da Vida estão dentro de você. Tudo que você precisa fazer é olhar, ouvir e confiar.
Por fim, você esquecerá tudo isso.
Mas você pode lembrar sempre que quiser. A experiência é uma professora muito severa, pois primeiro ela aplica a prova, e somente depois é que vem a lição.
Este texto é de autoria de Twyla Nitsch, anciã da tribo
. 1. Você vai receber um corpo Você poderá gostar dele ou detestá-lo, mas ele será seu por todo o período da sua vida.
2. Você vai aprender lições. Você está matriculado em período integral numa escola informal chamada Vida. A cada dia, nesta escola, você terá oportunidade de aprender lições. Você poderá gostar das lições ou achá-las irrelevantes e estúpidas.
3. Não existem erros, apenas lições e conseqüências. Crescimento é um processo de tentativa e erro: experimentação. Os experimentos que "não deram certo" são tão parte do processo quanto os que "funcionaram". Lições de moral não ajudam. Julgar também não. Apenas faça o melhor que puder.
4. Cada lição é repetida até que seja aprendida. Cada lição será apresentada a você em várias formas, até que você a tenha aprendido. Quando a tiver aprendido, poderá passar para a próxima lição.
5. O aprendizado não termina nunca. Não há nenhuma parte da vida que não contenha suas lições. Se você está vivo, há lições a serem aprendidas.
6. "Lá" não é melhor do que "aqui". Quando o seu "lá" tiver se transformado num "aqui", você simplesmente verá um outro "lá", que novamente parecerá melhor do que "aqui".
7. Os outros são meros espelhos seus. Você não pode amar nem odiar algo em outra pessoa a menos que isso reflita algo que você ama ou odeia em você mesmo.
8. O que você faz da sua vida é decisão sua. Você tem todos os instrumentos e recursos de que precisa. O que você faz com eles é com você. A escolha é sua.
9. Você sempre consegue o que quer. Você e seu subconsciente determinam quais energias, experiências e pessoas você atrai. Assim, o único jeito certeiro de saber o que você quer é ver o que você tem. Não existem vítimas, apenas estudantes.
10. Sua resposta está dentro de você. As respostas às questões da Vida estão dentro de você. Tudo que você precisa fazer é olhar, ouvir e confiar.
Por fim, você esquecerá tudo isso.
Mas você pode lembrar sempre que quiser. A experiência é uma professora muito severa, pois primeiro ela aplica a prova, e somente depois é que vem a lição.
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