sexta-feira, 20 de junho de 2014

A vida é única para cada um.

A vida é única para cada um.
Ela é única e é minha.
Mesmo quando o problema é comum entre as pessoas, o impacto em cada um é diferente.
Uma empresa fecha suas portas e demite os empregados.
O impacto para os indivíduos é diferente: um jovem solteiro em início de carreira; um recém casado com filho pequeno; uma pessoa sozinha entrando em depressão.
Cada um sabe dos seus problemas.
Cada um deve se compenetrar em resolver os seus problemas.
Uma ajuda externa é bem vida em situações críticas, mas não devemos nos meter na vida dos outros, descuidando da própria vida.
Não é bom orientar a própria vida, tomando como parâmetro a vida dos outros.
Disse Elizabeth Gilbert que é melhor viver a sua vida imperfeitamente do que tentar imitar perfeitamente a vida dos outros.
Alguns cuidados para não viver a vida dos outros.
Quando focamos muito a nossa energia em agradar a todos, não estamos vivendo a nossa vida.
Pelo mesmo motivo, quando nos ressentimos seguidamente com as pessoas que tentamos agradar, tiramos o foco na própria vida.
Quando temos um medo excessivo de ficar só, e fazemos de tudo para ter a aprovação dos outros, perdemos de vista o nosso crescimento pessoal.
Crie suas próprias oportunidades, busque autonomia, seja mais você.
Viva mais consciente, todos os dias.
Veja, reconheça e aprecie o seu crescimento pessoal.
Siga a bússola do sentido e do propósito da sua vida. Se ainda não sabe do que se trata, procures descobrir.
Faça as coisas que ama. Esteja com as pessoas que ama.
Tire a vida da prateleira. Viva a sua história intensamente.
Beco

terça-feira, 17 de junho de 2014

A gente se cala.....



“A gente se cala, e não significa que estamos concordando com o que estamos ouvindo,
 a gente se cala por saber que temos uma facilidade muito grande em ferir quem está falando. 
A gente não se cala pela falta de palavras, a gente se cala pelo excesso delas.”

______________________________________Sean Wilhelm

quinta-feira, 29 de maio de 2014

Brigar com a vida não ajuda !

 " Quando aparece uma assombração,
     não adianta fechar os olhos ou esconder a cara,
     porque ela continua lá, e nós continuamos vendo.
     O melhor é encarar bem, e saber o que ela quer,
      porque está nos assombrando...
      Aí nós vamos descobrir que ela era só  fumaça,
      que logo desaparece e não tinha poder para nos fazer mal.
       Muitas vezes, as coisas parecem ser maiores do que são.  
       Quando vencemos o medo,
        elas acabam perdendo a força e desaparecendo!
     A vida nunca lhe traria um problema que você não tivesse
      condições de enfrentar e vencer! " 
 
               (Zibia Gaspareto)

quarta-feira, 28 de maio de 2014

O Que é ‘Ser ZEN’ – Por Monja Coen



“Ser zen não é ficar numa boa o tempo todo, de papo para o ar, achando tudo lindo sem fazer nada.
Ser zen é ser ativo. É estar forte e decidido. E caminhar com leveza, mas com certeza.
É auxiliar a quem precisa, no que precisa e não no que se idealiza.
Ser zen é ser simples. Da simplicidade dos santos e dos sábios. Que não precisam de nada.
Nada mais que o necessário. Para o encontro, a comida, a cama, a diversão, o trabalho.
Ser zen é fluir com o fluir da vida. Sem drama, sem complicação. Na hora de comer come comendo, sem ver televisão, sem falar desnecessário. Sente o sabor do alimento, a textura, o condimento. Sente a ternura (ou não) da mão que plantou e colheu, da terra que recebeu e alimentou, do sol que deu energia, da água que molhou, de todos os elementos que tornam possível um pequeno prato de comida à nossa frente. Sente gratidão, não desperdiça.
Come com alegria. Para satisfazer a fome de todos os famintos.
Bebe para satisfazer a sede de todos os sedentos. Agradecendo e se lembrando de onde vem e para onde vai.
A chuva, o sol, o vento.
O guarda, o policial, o bandido, o açougueiro, o juiz, a feiticeira, o padre, a arrumadeira, o bancário e o banqueiro, o servente e o garçom, a médica e o doutor, o enfermeiro e o doente, a doença e a saúde, a vida e a morte, a imensidão e o nada, o vazio e o cheio, o tudo e cada parte.
Ser zen é ser livre e saber os seus limites.
Ser zen é servir, é cuidar, é respeitar, compartilhar.
Ser zen é hospitalidade, é ternura, é acolhida.
Ser zen é o kyosaku, bastão de madeira sábia, que acorda sem ferir, que lembra deste momento, dos pés no chão como indígenas, sentindo a Terra-Mãe sustentando nossos sonhos, nossas fantasias, nossas dores, nossas alegrias.
Ser zen é morrer
Morrer para a dualidade, para o falso, a mentira, a iniqüidade.
Ser zen é renascer a cada instante. Na flor, na semente, na barata, no bicho do livro na estante.
Ser zen é jamais esquecer de um gesto, de um olhar, de um carinho trocado no presente-futuro ­passado.
Ser zen é não carregar rancores, ódios, cismas nem terrores.
Ser zen é trocar pneu, as mãos sujas de graxa.
Ser zen é ser pedreiro, fazendo e refazendo casas.
Ser zen é ser simplesmente quem somos e nada mais. É ser a respiração que respira em cada ação.
É fazer meditação, sentar-se para uma parede, olhar para si mesmo.
Encontrar suas várias faces, seus sorrisos, suas dores.
É entregar-se ao desconhecido aspecto do vazio. Não ter medo do medo. Não se fazer ou, se o fizer, assim o perceber e voltar.
Ser zen é voltar para o não-saber, pois não sabemos quase nada.
Não sabemos o começo, nem o meio, muito menos o fim. E tudo tem começo, meio e fim.
Ser zen é estar envolvido nos problemas da cidade, da rua, da comunidade.
É oferecer soluções, ter criatividade, sorrir dos erros, se desculpar e sempre procurar melhorar.
Ser zen é estar presente. Aqui, neste mesmo lugar.
Respirando simplesmente, observando os pensamentos, memórias, aborrecimentos, alegrias e esperanças.
Quando? Agora, neste instante.
É estar bem aqui onde quando se fala já se foi.
Tempo girando, correndo, passando, e nós passando com ele. Sem separação.
Ser zen é Ser Tempo.
Ser zen é Ser Existência.”


Fonte:  http://thesecret.tv.br/2014/05/o-que-e-ser-zen-por-monja-coen/

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Pensamentos negativos – Como elimina-los



Entrevista cedida pela Psicóloga Milena Frankfurt para Jornalismo Nós Mulheres sobre: Como excluir pensamentos negativos



Por que temos pensamentos negativos?

Psicóloga: Existem vários motivos para os pensamentos negativos “brotarem” em nossa mente. Muitas vezes eles aparecem dependendo da fase de vida pela qual a pessoa esta passando. O desemprego por exemplo, situação muito comum hoje em dia pode desencadear pensamentos negativos sobre a vida do individuo e sobre sua auto-estima também. Pensamentos como “não sou capaz de fazer nada” , “nunca conseguirei um emprego” podem ser comuns na mente de quem está passando por esta situação.
O pensamento negativo esta vinculado também com a motivação que cada um tem para buscar melhores alternativas para sua qualidade de vida.
É muito comum os pensamentos negativos surgirem em um momento de estagnação da vida, ou seja, quando nos encontramos estacionados em um mesmo lugar durante um longo período de tempo.
Outro fator que também pode ser um facilitador de pensamentos negativos é a nossa tolerância às frustrações. Decepções com as pessoas, com o trabalho e outros fatores da vida acontecem mas cada tem o seu jeito de lidar com isso.
Algumas pessoas tem baixa tolerância as estas frustrações e quando se sentem decepcionadas tendem generalizar os pensamentos negativos achando que “tudo está ruim” .

Quais são as consequências que podemos ter se persistimos em uma visão negativista?

Psicóloga: A conseqüência de sempre pensar negativo acaba influenciando a qualidade de vida da pessoa, tanto no campo emocional como em outros aspectos de sua vida, como o profissional e pessoal.
Além de prejudicar a saúde psíquica, traz prejuízos na relação intra-pessoal (como a pessoa se vê, seu relacionamento consigo mesmo) e interpessoal ( relação com as pessoas ao seu redor) . Muitas vezes a pessoa que sempre pensa negativo e considerada uma má companhia, ou uma pessoa ruim o que pode intensificar ainda mais os pensamentos negativos acerca dela mesma, criando por exemplo pensamentos como “sou uma pessoa ruim mesmo, não mereço ter amigos” . Como se vê, a pessoa se encontra em um ciclo vicioso de pensamentos negativos sobre ela e sobre sua vida.

Quais os motivos que devemos ter em mente para pensar positivo?

Psicóloga: Cada um tem os seus motivos específicos para buscar um modo de pensar positivo, ou pelo menos não tão negativo a ponto de lhe causar sofrimento. A própria palavra “motivo” já denuncia o que a pessoa precisa fazer para pensar positivo : achar uma motivação, algo que lhe dê prazer para assim fortalecer sua auto-estima.

Cite algumas dicas de como pensarmos positivo?

Psicóloga: Um passo importante para pensarmos positivo e lidando como os pensamentos negativos que estão influenciando a nossa vida. Um auto-questionamento acerca destes pensamentos pode ajudar a elaborar um melhor entendimento sobre eles próprios. Perguntas como “o que está acontecendo comigo/ na minha vida para eu ter tantos pensamentos negativos?” podem ajudar na busca de soluções para a diminuição destes pensamentos, e conseqüentemente na substituição destes pensamentos por pensamentos mais positivos , ou pelo menos não tão negativos.
Outra ação importante e que também está relacionada este primeiro passo é a busca de soluções para os pensamentos negativos, ou seja, tentar se mobilizar para resolver estas questões que causam sofrimento.
Acho importante fazer atividades que dêem prazer, não só pela atividade em si, mas as conseqüências que elas trazem para a vida e para auto-estima de cada um. Quando sentimos prazer ao fazer algo nossa auto-estima acaba sendo influenciada de maneira positiva e conseqüentemente temos pensamentos como “sou bom nisso” , “isto me dá muito prazer”, “me sinto feliz”.
Pessoas que ficam muito presas ao passado, principalmente quando o passado não lhes traz boas lembranças, tendem a generalizar o que vai acontecer no presente e no futuro. Pensamentos como “já que aconteceu antes, com certeza desta vez vai acontecer também” , ou “nunca mais vou arranjar um namorado” são comuns e as pessoas acabam predestinando seu presente e seu futuro com estes pensamentos.

Pensar negativo demais é sinal de problemas emocionais?

Psicóloga: Depende. Pensar negativo em algum momento da vida é normal, todos já passamos por isso. Porém o quanto estes pensamentos influenciam suas ações e lhe causam sofrimento é que precisam ser observados de forma mais cuidadosa.
É importante procurar ajuda quando os pensamentos estão impedindo a pessoa de exercer atividades cotidianas, como trabalhar por exemplo.

Quando devemos recorrer à um psicólogo?

Psicóloga: A ajuda psicológica é recomendada quando os pensamentos negativos começam a causar prejuízos psíquicos, físicos e sociais na vida da pessoa. Quando temos pensamentos negativos permeando nossa mente a maior parte do tempo, esta na hora de procurar um auxilio psicológico para lidar com estas questões.
Os pensamentos podem ser tão intensos que podem acabar em crises de ansiedade, por exemplo, apresentando sintomas como taquicardia, sudorese, falta de ar, e uma angustia muito grande de motivo muitas vezes inexplicável.
Ou seja, é uma questão que vai além do mental e passa a ter conseqüências na esfera corporal também.
Os dois transtornos mais comuns que podem estar relacionados com os pensamentos negativos são a Síndrome do Pânico e a Depressão.

Fonte;  http://www.marisapsicologa.com.br/

quarta-feira, 14 de maio de 2014

O Real Sentido da Meditação

A meditação, como conhecemos no ocidente, tem um significado completamente diferente de sua real origem, no oriente, mais especificamente na Índia. Várias práticas espirituais, ao chegaram até o ocidente, foram deturpadas ou mesmo adequadas ao estilo de vida das pessoas, mais voltado ao plano material do que o espiritual, ao dinheiro do que a elevação do ser e a busca de Deus dentro de cada um de nós.
As religiões ocidentais fizeram isto com as pessoas. Através de seus dogmas, sistemas verticalizados de comando, imposições sociais, introduziram na sociedade os conceitos de bem e mal, certo e errado, mantendo-as dentro de seus domínios, pois obviamente é muito mais fácil de se controlar alguém!
Com o próprio advento da espiritualidade “fast-food” com suas soluções práticas de vida e consumismo desenfreado, todos os conceitos orientais foram banalizados, e o resgate dos mesmos como caminhos de evolução do ser humano é muito importante para as pessoas que realmente querem ter uma vida melhor, tanto física como espiritual. Isto tudo pode e deve ser agregado às práticas espirituais ocidentais, sem o menor problema, pois todas as fontes levam à Deus.

Meditação

Por Swami Ritajananda

A palavra meditação não tem na Índia o mesmo significado que no Ocidente. Os hindus usam uma palavra equivalente, pois não existe outra que se aproxime mais dessa idéia. A palavra mais usada por eles é Dhyana, ou Nidihyasana, ou ainda Upasana.
Normalmente, durante a meditação, objetivamos pensar apenas em um Ideal espiritual ou uma idéia próxima deste ideal. Na Dhyana, o pensamento não se ocupa de modo algum com um tema, mas dirige-se intensamente para o Ideal espiritual.
Na Índia, o objetivo buscado é o de se obter uma experiência espiritual que transcenda a mente. Se não se admitisse a possibilidade de atingir um estado mais elevado que o nível da mente, a meditação hindu não teria nenhum significado. Para os hindus, a meditação é suscetível de levar um contato direto com o Supremo.
Por que é necessário meditar? Para buscar o Supremo. Aqueles que meditam desejam encontrar o Supremo. Sabem que a melhor coisa que existe em suas vidas é alcança-lo. É a meta suprema da existência. Na Índia é a salvação. Precisamos dizer também que a meditação deve tornar-se uma concentração intensa, tão fina e aguda quanto possível. Trata-se, portanto de uma intuição penetrante.
Há, por um lado, a intensidade da concentração e , por outro, uma compreensão bem aguçada, bem afinada, dentro da meditação profunda. Ficamos então completamente separados da vida comum.
Normalmente esta prática é difícil, pelo menos no início, porque nossa mente está habituada a afundar-se numa imensa variedade de pensamentos e sentimentos. A isto se acrescenta a lembrança de nossas impressões passadas, ou então aquilo que está próximo, o imediato, tornando a concentração muito difícil. Poucas pessoas consentem em desprender-se de todas as suas atividades mentais para se tornarem capazes de absorver-se em seu Ideal Espiritual.
Existe um meio eficaz para se conseguir purificar a mente de todos os diferentes tipos de pensamentos. Este meio é a introspecção e a análise de si mesmo. Praticando bastante a introspecção, analisando-se a si próprio em seu interior, consegue eliminar todas as más tendências da atividade mental. Mas isto é difícil no começo, porque não somos capazes de julgar-nos imparcialmente e dificilmente aceitamos reconhecer nossos defeitos.
Muitas vezes as pessoas não se dão conta da dificuldade que há em descobrir seus defeitos, porque sua própria mente, em geral, mascara as más tendências. Então, sem compreender que elas próprias estão velando a visão das coisas, não sabem que estão vendo incorretamente e agindo mal. Não sabem que sua apreciação de sua própria atitude mental não é nem clara, nem exata. Por esta mesma razão, tais pessoas não compreendem a crítica de seus defeitos, se lhes acontece ouvi-la, pois julgam-se feridas em seu amor-próprio. Portanto, é muito difícil.

(…) O objetivo supremo da meditação é atingir a Consciência Pura,absolutamente pura, a Luz sem nenhuma nuvem. Mas, antes disto, há diferentes níveis.
(…) A consciência pura é o estado de Samadhi. Se pudermos chegar a este estado, seremos realmente mestres. A mente ficará completamente controlada, descobriremos muitas coisas muito mais nitidamente do que antes. A compreensão habitual é a do mundo, daquilo que vemos. Não é o real. Não é a verdade. O que tomamos por verdadeiro é o produto de nosso pensamento, a criação da mente. Com a mudança da mente, o mundo muda, tudo muda. Nesse momento, pode-se dizer que vocês captaram a meta suprema de suas vidas. Compreendem quem são, compreendem onde estão. Vocês se transformam.

Como verificamos nas palavras do Swami Ritajananda, meditação não é apenas fechar os olhos, ficar em silêncio, praticando respiração. Meditação é algo muito mais profundo, é a busca da consciência suprema, da conexão com Deus, através de práticas, seja entoando mantras, observando imagens, ou outra forma que seja melhor adequada ao praticante. Quando você medita, você se conecta, descobre seu verdadeiro ser.

Meditar não é manter a mente vazia, mas sim preenchida de silêncio. É o equilíbrio absoluto, é a paz interior definitiva, criando uma mente centrada, em paz consigo mesma.

Texto :  Dario Djouki

LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...